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Patrimônio cultural, acarajé conquista baianos e turistas

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Bolinho é vendido em diversos pontos de Salvador pelas baianas de acarajé Foto: Marcos Zurck Publicada no R7 BA Com pimenta, camarão, vatapá e salada. Essa é apenas uma das várias opções de recheio do quitute mais conhecido da culinária baiana, o acarajé. Bolinho feito com o feijão fradinho, cebola, sal, e frito no azeite de dendê, a iguaria é vendida pelas baianas de acarajé,  em diversos pontos de Salvador. Originário da área compreendida entre os atuais Benin e Nigéria, o acarajé significa na língua yorubá bola de fogo (acará) e comer (jé), ou seja, comer fogo. Os tabuleiros, recipientes onde as vendedoras comercializam acarajé, abará, cocada, bolinho de estudante e passarinha, ocupam desde as principais ruas da cidade até os bairros mais periféricos da capital.  Onde há uma esquina, tem sempre uma baiana de acarajé para saciar o desejo de baianos e turistas. Gringa A americana Catriona Curre, 25 anos, não conseguiu resistir às delícias da Terra e experimentou o bolinho com...

Centros para transplante de medula na Bahia são insuficientes, aponta médico do Hospital das Clínicas

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Marco Aurélio Salviano, coordenador do setor de oncohematologia do Hospital das Clínicas, chama atenção para a falta de centros de hematologia Foto: Marcos Zurck Publicada no R7 BA   O Estado da Bahia possui duas unidades que realizam transplante de medula óssea. Segundo a Sesab (Secretaria de Saúde do Estado da Bahia), o procedimento pode ser realizado no Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia e Hospital São Rafael, onde o transplante pode ser realizado pela rede privada A quantidade é considerada insuficiente pelo coordenador do setor de oncohematologia do Hospital das Clínicas, Marco Aurélio Salviano. — Nos Estado, nós somos o centro de referência de hematologia, mas não é um centro suficiente para todo Estado. Então, tem se discutido muito nos últimos anos na busca de crescimento dos centros que já existem, dos poucos que já existem, que não são suficientes ainda, e criação de novos centros. É um desafio.A quantidade é considerada insuficiente pelo coordenador d...

Famílias na Bahia lutam para cuidar de crianças com doença rara que causa bolhas na pele ao menor contato

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Quando Paulinho nasceu, a mãe recorreu à internet para ter acesso a mais informações sobre a doença  Foto:  Reprodução/Facebook Publicada no  R7 BA   Após esperar nove meses, as mães não veem a hora de pegar o filho no colo, beijar, abraçar e fazer muito carinho. Mas, a expectativa de ter o bebê nos braços é substituída pelo choque de descobri que a criança tem uma doença rara e hereditária que causa bolhas na pele ao menor contato: a EB (Epidermólise Bolhosa). A médica e presidente da Debra, Jeanine Magno Frantz, explicou que a EB é uma doença provocada por um defeito na produção do colágeno, que seria o cimento da pele, e pode afetar as mucosas. —É uma alteração genética que não é contagiosa. Tem uma falha na ausência ou na produção do colágeno. A diminuição vai levar a uma fragilidade da pele.   Quando Paulinho nasceu em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia, há nove anos, Adriana Alves recorreu à internet para ter acesso a mais informações sobre...

Jovem baiana salva vida do irmão após doação de medula

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Luécia Emanuele Gomes Correia, 28 anos, foi a escolhida entre os familiares para ser a doadora do irmão Foto: Divulgação  Publicada no  R7 BA   “É um procedimento tão simples”, descreve Luécia Emanuele Gomes Correia, 28 anos, sobre o transplante de medula óssea, processo que pode ser utilizado para curar mais de 100 doenças hematológicas. Luécia foi a escolhida entre os familiares para ser a doadora do irmão Diego Emanuel Gomes Correia, 31 anos, diagnosticado com linfoma há um ano. — Entre quatros irmão que somos, três foram compatíveis, só que somente eu fui apta para doar. Ela conta que o problema do irmão começou como se fosse uma espinha e, após uma biopsia, descobriu que se tratava de câncer. Mas não sabia se era por mutação genética ou vírus. A partir daí, a família, que é da cidade de Abaré, a 580 km de Salvador, percorreu um longo caminho até um diagnóstico mais específico. Os médicos pareciam não ter muito conhecimento sobre a doença, que avançava cada vez m...