Patrimônio cultural, acarajé conquista baianos e turistas
Bolinho é vendido em diversos pontos de Salvador pelas baianas de acarajé Foto: Marcos Zurck Publicada no R7 BA Com pimenta, camarão, vatapá e salada. Essa é apenas uma das várias opções de recheio do quitute mais conhecido da culinária baiana, o acarajé. Bolinho feito com o feijão fradinho, cebola, sal, e frito no azeite de dendê, a iguaria é vendida pelas baianas de acarajé, em diversos pontos de Salvador. Originário da área compreendida entre os atuais Benin e Nigéria, o acarajé significa na língua yorubá bola de fogo (acará) e comer (jé), ou seja, comer fogo. Os tabuleiros, recipientes onde as vendedoras comercializam acarajé, abará, cocada, bolinho de estudante e passarinha, ocupam desde as principais ruas da cidade até os bairros mais periféricos da capital. Onde há uma esquina, tem sempre uma baiana de acarajé para saciar o desejo de baianos e turistas. Gringa A americana Catriona Curre, 25 anos, não conseguiu resistir às delícias da Terra e experimentou o bolinho com...